O último ato de campanha de Luiz Inácio Lula da Silva em São Paulo reuniu apoiadores na Avenida Paulista em 24 de outubro de 2026. A concentração ocupou quarteirões da via e avançou para ruas próximas.
O evento ocorreu na reta final da campanha de Lula à reeleição, um dia antes da votação marcada para 25 de outubro. A reportagem descreveu uma manifestação que combinou músicas e jingles com mensagens políticas.
Além de Lula, participaram o candidato a vice-presidente Geraldo Alckmin e aliados como Fernando Haddad, Marina Silva, Simone Tebet e Guilherme Boulos. Artistas como Emicida, Jão e Júlio Andrade também estiveram na Paulista.

A mobilização foi marcada por manifestações em defesa da democracia e por ocorrências ligadas ao calor e à lotação. A cobertura registrou a passagem de Lula pelo público e a presença de apoiadores e representantes políticos no ato.
Multidão, clima de festa e cartazes com mensagens políticas
Do alto do trio elétrico, o público cantava jingles da campanha e músicas reproduzidas pelas caixas de som. A cena foi comparada pela reportagem à passagem de megablocos do Carnaval paulistano, embora cartazes erguidos pela multidão destacassem o caráter político do ato.
Entre as mensagens, havia críticas à família Bolsonaro e ao governo de Donald Trump, além de manifestações em defesa da soberania brasileira. Alguns apoiadores exibiam a frase “Sou prounista e estou com Lula”.
Outros cartazes faziam referência a Ana Clara, menina morta por um policial militar que, segundo a reportagem, foi defendido na Justiça por Flávio Bolsonaro (PL). Também apareceram apelos à preservação da democracia, como “Ditadura nunca mais”.
Lula percorre a Paulista ao lado de aliados; ao menos três pessoas são socorridas
Lula chegou à Avenida Paulista às 16h, depois de participar de um ato em Copacabana, no Rio de Janeiro, durante a manhã. Antes de se apresentar ao público, afirmou à imprensa que era “o povo quem estava organizando” as manifestações.
O candidato percorreu a via de carro e cumprimentou apoiadores reunidos ao redor do veículo. Na esquina da Rua Peixoto Gomide com a Paulista, deixou o automóvel e subiu ao trio elétrico onde estavam as equipes de imprensa; foi ovacionado ao dizer que queria observar a extensão do ato.
Em um dos momentos simbólicos, Lula ergueu a bandeira do Brasil e a Constituição Federal enquanto cantava o Hino Nacional com o público. Mais tarde, também foi tocado o Hino da Independência.
Com o calor e a lotação, locutores dos trios pediram que as pessoas abrissem espaço para a passagem do resgate. A reportagem registrou ao menos três pessoas socorridas nas proximidades do candidato.


