Monitoramento de público e segurança
No ato de Luiz Inácio Lula da Silva realizado na região central de São Paulo, a contagem de público, que normalmente é feita pelo Monitor do Debate Político da USP, não será realizada. A equipe do candidato à reeleição alegou que a decisão foi tomada em virtude de questões de segurança, devido à possibilidade de atentados por drones, o que levou ao bloqueio do espaço aéreo na Avenida Paulista.
Durante ações de monitoramento típicas, a contagem de público é realizada a partir de fotos aéreas que conseguem capturar a extensão da manifestação. Essas imagens são então processadas por um software que emprega visão computacional para detectar a quantidade de pessoas presentes. No entanto, neste caso específico, o espaço aéreo foi fechado, inviabilizando essa metodologia de contagem.
Motivos para a alteração de local
O ato estava inicialmente previsto para ocorrer na Avenida Paulista, mas sofreu alterações de local em função de restrições impostas pela Polícia Militar e pelo prefeito Ricardo Nunes. A justificativa apresentada foi a necessidade de evitar possíveis transtornos no trânsito da área, uma recomendação que também foi apoiada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para preservar a ordem pública durante o evento.

Por conta dessas restrições, a manifestação de Lula foi transferida para a Rua Augusta, uma via adjacente à Paulista. Essa mudança, embora necessária, gerou controvérsia em relação ao acesso e à visibilidade do evento. Além de Lula, marcaram presença importantes figuras políticas, como o vice-presidente Geraldo Alckmin e o candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad.


